quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira

Tive que sair de mim, queria me ver... Bati a porta e fiquei face a face a me observar. A conclusão que cheguei é que o tempo está passando lentamente...
Apenas com um pouco de receio que eu não viva a saudade  daquilo que não vivi.
Eu insisto e não desisto no tempo das esperas e acredito em seu vento que trará alguns presentes para mim...
Intuição boa... É o que eu sinto...
Tempo de Deus...
Sem falsa modéstia , admiro essa baita mulher que vejo. O tempo é generoso com ela.
Ela tem na sua essência a liberdade de ser quem é.
Pelo respeito e empatia que ela tem com a história alheia, faz amigos verdadeiros.
Respeita para haver a reciprocidade.
Errou feio em algumas escolhas, mas sempre foi ela mesma. A culpa não é dela, nunca é de quem se doa e sim de quem não consegue sentir certas essências humana.
Ela mergulha fundo em tudo que confia e acredita sem medo de se machucar, pois sabe segurar a sua onda em caso de ressaca do mar da vida.
Coração aberto,  intensa e um par de asas na alma, elegantemente ela carrega a sua história.

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