domingo, 27 de maio de 2012

Maria Emilia B. Teixeira



O opinante

Essa história de “Se eu fosse você”.
Tomaria essa ou aquela atitude em relação a isso ou aquilo.
É muito fácil falar.
Na verdade quem está do outro lado da história... O opinante Projeta-se no outro que está tentando mexer suas peças no jogo da sua vida.
Como ele mesmo o opinante não teve a coragem de fazer suas escolhas e tomar suas decisões.
E correr o risco de pagar o preço.
Porque existe esse lado da moeda.
Ele tenta virar o seu jogo (virtualmente) no tabuleiro da história do outro.
O opinante pode está vivendo a mesma situação.
Opina e sugere mexer uma peça, mas no seu tabuleiro jamais ele moveria essa peça.
Ou por medo ou para ficar na zona de conforto.
É sua forma ilusória e covarde de tomar a sua atitude no tabuleiro do outro.
O opinante se esquece que a conquista é de quem, independente do resultado final, ousou mover a peça e fazer uma jogada diferente e até arriscada.
Isso exige coragem, fibra e personalidade. Viver é correr riscos.


sábado, 26 de maio de 2012

Maria Emilia B. Teixeira



Meu cérebro determina minha lateralidade.
Mas o sentimento opta pelo lado esquerdo.
O do coração.
Eu não fui à pessoa dos seus sonhos?
Desculpe-me!
Mas você também não foi à pessoa dos meus sonhos.
Estamos quites.
Encerramos o nosso carma.
Vou dar valor absoluto somente aquilo que é importante para mim.
E deixar o que é de valor relativo fora dela.


Maria Emilia B. Teixeira


O tempo não resolver problemas.
O tempo não apaga lembranças.
O tempo não repõe e nem recompõe nada... O tempo somente subtrai.
O tempo simplesmente manda.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Maria Emilia B. Teixeira


Quando a expressão não acompanha a fala.
Não se pode confiar.
Tem pessoas que jogam com as palavras.
Subestimando o ouvinte.
Palavras soltas... Sem destino.
Sem valor.
Onde a expressão não é gêmea do que sai da boca.


sábado, 19 de maio de 2012

Maria Emilia B. Teixeira


O sorriso da ironia consegue ferir sem dizer uma palavra.

Maria Emilia B. Teixeira




Sendo gente de verdade, nos reencontramos dentro da gente.
Encontramos - O avesso e o direito.
Novas possibilidades e descobertas.
Fazer escolhas é complicado.
Decisões têm seu preço.
A vida faz cobranças.
A nossa resposta nos fortalece ou enfraquece.
Depende da nossa atitude diante do desafio.
Perspicácia... A epifania é a leveza mágica no cotidiano.
É uma sutileza da vida.
Uma caixa mágica com peças misteriosas.

domingo, 6 de maio de 2012

Maria Emilia B. Teixeira



Não preciso agradar a todo mundo para que gostem de mim.
Não distribuo amostra grátis da minha pessoa.
E nem bula para me entenderem.
Minha tarja é de sentimento e verdade.
Minhas atitudes e conduta falam por mim.
Por isso não coleciono amigos.
Quem coleciona, procura algo em comum e as mesmas características
No objeto a ser colecionado.
Pessoas são ímpar e cada um com sua singularidade.
Gente de verdade se reconhece e cria laços.
Assim se formam amigos.
Sobram-me dedos na mão para contar meus amigos.
Porque amigos se provam como no juramento de um casamento.
Na alegria, na tristeza, na saúde e na doença...
Se os laços afrouxaram ou se romperam.
Esqueça não é amigo.
Mas se continuam do meu lado nos meus  piores momentos.
Esses com certeza merecem receber de mim o nome de “amigo”.
Já para colegas faltam dedos, porque esses são figura barata no mercado.
Com esses da para fazer uma coleção de gente de mentira.

Maria Emilia B. Teixeira



Príncipes encantados existem.
Alguns estão encantados... Com seu próprio ego.
Que não enxergam nenhuma princesa na sua frente.