segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira


Não vou dizer que foi um ano totalmente ruim, mas tive uma certeza, entre tantos acontecimentos... Eu não sofro do coração.
É fato!
Pois ele aguentou e segurou firme todas as flechas que o arco da velha resolveu mandar.
Cada um sabe onde dói mais, e de suspiro em suspiro, eu posso dizer que estou respirando sem os aparelhos do estado de nervos que tive que ficar usando.
Ares de puro... Estresses.
Fiz das tripas... Coração.
Ufa! Vai embora ano de 2015!
Pelas conversas que tive com amigos você não agradou e nem foi simpático com eles também.
A impressão que eu tive é que os dias passaram voando, também tanta coisa para acontecer na minha vida que ele estava dando uma corrida para não deixar de cumprir o seu mandato com a minha pessoa.
Não gostei de você! Pronto! Falei.
Mas sempre se tira uma palavra daquele momento  que é ininteligível ao do fato, mas depois que a poeira baixou, consigo enxergar e entender e ver algumas pessoas sem máscaras.
A palavra que eu tirei  e sempre será para toda a minha vida é o APRENDIZADO.
Um brinde!
Continuo linda, firme e forte.
Feliz Ano Novo!
Feliz 2016!
Quero fogos, saúde e flash.
Deu pra ti, chega de flechas.
Um beijo de adeus.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira


Está sentindo as batidas?
Estou em cada linha daquilo que escrevo.
No compasso e ás vezes no descompasso do que tenho por dentro.
Palavras que pedem para nascer de qualquer forma.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira


A palavra indignada tem por costume fazer uma pausa dentro de mim para descansar... Pensar...Calar.
O exercício de suspirar tem o dom de acalmar para saber na hora certa argumentar.


sábado, 19 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira


As pessoas ruins precisam de indiferença, somente assim irão olhar para dentro de si, mas desconfio que essas pessoas não enxergam nada além de seus umbigos.

Maria Emilia B. Teixeira


Coração injustiçado sabe direitinho separar as coisas retribuindo de forma correta a cada pessoa o que sente.
Sentimental.
Emotivo.
Temperamental.
Não poderia ser indiferente a sua natureza.
Escondido e protegido na caixa torácica.
Mas sempre tem algo ou alguém querendo atingir seu esconderijo dentro do peito.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira


Um belo sorriso pode esconder e desvendar...
Uma falsidade da ruindade.
Uma ironia da inveja.
Uma ovelha em pele de cordeiro.
Uma dor disfarçada.
Um carinho de verdade.
Uma cumplicidade da amizade.
A empatia de se colocar no lugar do outro.
Uns são como um bálsamo, outros nem tanto.
Reveladores sorrisos... Exalam o que cada um tem por dentro.



domingo, 6 de dezembro de 2015

Maria Emilia B. Teixeira

A noite não vira uma criança após uma xícara de café na madrugada, ela simplesmente se transforma numa senhora ranzinza com nome de Insônia cambaleando pela casa.
Ás vezes ela quer escrever ou dizer nada...
No dia seguinte quer dormir, mas é preciso ir para o trabalho.

Maria Emilia B. Teixeira


Existem espinhos disfarçados de palavras aparentemente bonitas e pronunciadas da boca para fora que tentam passar pela garganta desapercebidos por quem não tem perspicácia ou maldade.
Elas não foram sentidas primeiro no coração de quem pronunciou, fizeram um trajeto curto e descompromissado com o próximo e buscando seu próprio interesse.
Escute e não engula.
Flores de plástico e sem vida são ofertadas por pessoas que não plantam jardins por dentro.

Maria Emilia B. Teixeira


Se não sujar as mãos dificilmente irá tocar no concreto da sua construção.
Se não plantar, não irá nascer.
São nossas ações que movem o que queremos.
Trabalho solitário, mas libertador.

Maria Emilia B. Teixeira

Nos esquecendo percebemos o outro... No momento em que deixamos de olhar para o nosso próprio umbigo nasce a empatia.