quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira

Tive que sair de mim, queria me ver... Bati a porta e fiquei face a face a me observar. A conclusão que cheguei é que o tempo está passando lentamente...
Apenas com um pouco de receio que eu não viva a saudade  daquilo que não vivi.
Eu insisto e não desisto no tempo das esperas e acredito em seu vento que trará alguns presentes para mim...
Intuição boa... É o que eu sinto...
Tempo de Deus...
Sem falsa modéstia , admiro essa baita mulher que vejo. O tempo é generoso com ela.
Ela tem na sua essência a liberdade de ser quem é.
Pelo respeito e empatia que ela tem com a história alheia, faz amigos verdadeiros.
Respeita para haver a reciprocidade.
Errou feio em algumas escolhas, mas sempre foi ela mesma. A culpa não é dela, nunca é de quem se doa e sim de quem não consegue sentir certas essências humana.
Ela mergulha fundo em tudo que confia e acredita sem medo de se machucar, pois sabe segurar a sua onda em caso de ressaca do mar da vida.
Coração aberto,  intensa e um par de asas na alma, elegantemente ela carrega a sua história.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira


Como uma criança quando apanha ficando no canto da parede se espremendo e com dor, esse coração há muito tempo evitava sentir de novo o abandono... Inevitável realidade de quem sai da zona do conforto e se arrisca na área do sentimento.
Dói na pele... Na pele de dentro.

Maria Emilia B.Teixeira


Não me cobrem atitudes e presença.
Às vezes  eu me ausento  de mim, para poder  suportar  a ruptura de alguns alinhavos antigos nesse tecido humano que sou.
Tem horas que o cansaço vem me visitar com aquela lista enorme de reflexões e a vida continua seguindo na sua louca locomotiva, sem dia e sem horário para parar.
Haverá as pausas mas sem perder a locomovida.


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira

Mudanças mudam velhas certezas e nos tiram de um cenário onde o comodismo e o medo fazem pano de fundo de uma peça de teatro real, impedindo o nosso crescimento.
Perdas e ganhos são necessários...
Representação dura e crua da nossa realidade.
Somos  atores do tempo...  Passado e presente.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira


Filosofar para entender os contrários e sobreviver ao cotidiano diário muitas das vezes inexplicável e pouco aceitável.
Onde seu tudo não representa nada nesse admirável mundo estranho.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira



De setembro em setembro vou colhendo uma flor.
11 de setembro, é a data desse encontro marcado.
Com o tempo... Não se diz mais a nossa idade.

Maria Emilia B. Teixeira

Nós dois

Pode ficar em mim, que eu ficarei em você.
Mas caminhe devagar pelo lado esquerdo do meu peito, pois ali se encontra um coração delicado e não quero ter receio que ele caia de novo desse lugar onde escondi e você achou devido a um encontro marcado pelo tempo... Surpresa boa!
Sabemos um do outro, e o seu também me fez confidências...Suas vivências.
Ambos iguais diante do espelho.
Gentilezas para cuidar um do outro e deixar acontecer o que tiver de ser.

Maria Emilia B. Teixeira


Ombro é lugar de aconchego e lugar de solidarizar.
Ombro dá quem sabe se doar e dividir o peso da dor.
Ser mais que um amigo... É ser genuinamente humano.


sábado, 3 de setembro de 2016

Maria Emilia B. Teixeira


Foi conversando com o silêncio que aprendi a não falar nada para ninguém.
Não abro o meu coração para quem não sabe interpretar a leitura de sentimentos.

Maria Emilia B. Teixeira


Quem sabe ler, um pingo é texto.
Bastou apenas um pingo para borrar o seu papel... Na minha história.



Maria Emilia B. Teixeira


No buquê da vida, trago as primaveras nem sempre florida de algumas de suas estações... Mas elas foram necessárias para que um botão de esperança virasse flor.
Essa é a ordem da natureza e da vida.