domingo, 8 de fevereiro de 2015

Maria Emilia


Só ou acompanhado.
Nem tudo são flores, nem tudo é um mar de rosas.
O plantio é diário em ambos os casos.
Quando se ferem, se perdoam , juntinhos sopram o machucado. Respiram aliviado.
Sozinho quem sopra é ela... A solidão, que às vezes é boa e em outras é malvada.
Nesse mar rosado sempre existirão os espinhos, o desafio para quem se aventurar mar adentro é ter a sabedoria para que mesmo se machucando nos espinhos, não venha produzir mais deles.
O marinheiro acompanhado deve saber decifrar que  tempestades passam, e que o real valor da beleza de uma vida compartilhada é que a convivência não existe sem os espinhos,as bagagens de vida trazidas devem ser respeitadas quando não são defeitos elas são o diferença que não atrapalha.
No o mar de rosas sempre haverá botões de esperanças nascendo e modificando a rota da vida.

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