Faço caminhada dentro de livros com os pés descalços e alma aberta, sentindo texturas cotidianas sutilmente entre traços e bordados da vida.
Leio narrativas que não são minhas e sobre a coragem de alguns personagens que se comunicam com o meu pragmatismo.
Acordar, viver, continuar e resignificar são verbos vivos que nos convidam à interiorização em suas páginas.
Ler livros é uma forma de tomar fôlego diante de distopias.
Maria Emilia B. Teixeira






