domingo, 18 de novembro de 2012

Maria Emilia




 Por Acaso

A partir de hoje ninguém cruza o meu caminho por acaso.
Essa história de acaso, não é bem assim.
Quem causa desastre está fora da estrada.
Aqui tem um semáforo.
O objetivo é controlar as idas e vindas de pessoas.
O vermelho me avisa o provável perigo.
O amarelo me pede para analisar a situação e ter cautela.
O verde é livre de duvidas.
Ele me dá o sinal que a estrada está livre de desastres.
Não cruzo mais os meus braços diante do trafego.
Peço identidade... Só me interessa gente de verdade e do bem.
Por acaso, não vou deixar qualquer um ficar.
Indico outras estradas... Que não seja a minha.
Não vai ser o acaso, que vai criar um caso a esse respeito.
Quando uma pessoa não me acrescenta em nada na minha vida.
Prefiro que não cruze o meu caminho.
Quero que por acaso, a Dona Felicidade cruze o meu caminho.
Se ela se atrasar no encontro que marcou comigo há muito tempo atrás...
Não tenha duvida... Dona.
Eu vou à sua casa te buscar.
Pelo caminho Dona Felicidade, me dê amostra grátis.
E me faça acreditar.
Que um pensamento positivo.
Pode...
Quase tudo mudar.
E que a palavra felicidade é grande.
Ela começa com F de fé.
Fé palavra pequena e de poder.
Que ela seja do tamanho do grão de mostarda.
A vida pode dá uma virada.
Basta acreditar.
Agente não sabe da vida um terço da estrada que temos para caminhar.


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